30 de setembro de 2014

Desenvolvimento de preset parte 1

Vamos trabalhar o desenvolvimento de alguns presets ao longo de vários posts, esse vai ser o primeiro.

Eu poderia criar uma vídeo aula e ir desenvolvendo junto com vocês, porem acredito que a leitura seja
fundamental para quem deseja estudar a composição de música eletrônica corretamente.

Nós temos que aprender a fazer nossos próprios presests e para isso nada melhor que ir lendo e anotando cada um deles.

Esse preset que vou deixar para vocês a baixo,  pode ser usado tanto no deep house quanto alguns tipos de electro house.

Você vai precisar do VST Sylenth1 e força de vontade.
Deixe a preguiça de lado e vamos começar:

OSC A1
Poly 1
Wave Saw
Oct -2
Voices 4

OSC A2

Wave saw
Oct -2
Note -1
Fine 0.57
Voices 4
Phase 51
Restring OFF

Envelope 1
A: 0
D: 5
S: 10
R: 5

Filter A
Type LP24
Pole 24db
Cutoff 11.81hz
Res: 0
Drive 2.43

OSC B1
Wave sine
Oct -2
Voice 1

OSC B2
Wave sine
Oct -2
Voice 1

Mod envelope 2
Dest: 4.10
Dest: Cut Off
Amount: 5
A: 0
D: 2.5
S: 0.86
R: 0

Mixer
A: 4.61
B: 3.56
Main vol: 2.36

Distocion ON
Type: Foldback
Amount: 4.19
D/W: 15.87%

Misc 1
Source velocity
Dist 1: Cut off
Dist 1: Amt: 2.67
Dist 2: Dist amt
Dist 2: amt 1.81

Depois que vocês fizerem algumas vezes, vão começar a perceber e entender algumas
coisas que você não enxergavam antes, isso vai lhes dar mais visão a respeito das sínteses,
além é claro de vocês poderem modificar e criar novos resultados.

Espero que gostem e boa sorte.

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Modular Synth 2

Eu já fiz um post falando de modular, para quem quiser ler, basta clicar aqui

De fato é muito legal e gratificando você fazer o seu próprio timbre, mas sempre é bom pensar nos timbres clássicos
como o da moog entre outros.

No vídeo a baixo estou fazendo uma timbragem que você pode fazer facilmente no seu sylenth usando o redirecionamento de envelopes e filtros, mas
confira no modular como fica:

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Mixagem e Masterização (Vídeo)

Hoje a grande maioria das gravadoras estão acostumadas a receber o matéria de amostra, já mixado e masterizado
ou no minimo masterizado.

Cada vez mais o mercado pede faixas bem compostas e com apresentações de elementos impecáveis.

No mercado atual o produtor que queira se destacar deve pensar em algum curso de aperfeiçoamento e aprender técnicas
que vão muito mais além de apenas vídeos tutoriais de youtube.

Pensando nisso, forneço o curso completo de mixagem e masterização para produtores de música eletrônica que queiram
se diferenciar em suas técnicas.

Para aqueles que queiram apenas deixar as suas faixas mais convidativas eu disponho de equipamento de ponta
que pode te ajudar.

Entre em contato: djfernandolima@gmail.com e faça um orçamento.

A baixo um vídeo do meu estúdio

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Modular Synth

Sempre fui fanático por synth analógicos e depois de ter passado por toda a linha moog, desde o MINITAUR ao VOYAGER e depois ACCESS VIRUS TI ao NORD LEAD decidi então que era hora de experimentar algo novo, e pensei: Porque não ter um modular?

A principio eu queria fazer algo de que realmente eu fosse usar e gostasse de brincar, e me dedicar.
Como sempre gostei da linha moog deveria ter pelo menos o mesmo filtro e no minimo 3 osciladores e outras “coisinhas” a mais para que fosse bem funcional para a música eletrônica atual.

Meu intuito além de me proporcionar um diferencial nas minhas próprias produções, eu poderia estudar mais a fundo para levar para os meus alunos condições melhores de perspectivas para timbragens em vsts e afins, conexões e timbragens inusitadas.

Para quem não sabe o que é um sintetizador modular, segundo o wiki é um instrumento musical eletrônico projetado para produzir sons gerados através da manipulação direta de correntes elétricas (sintetizadores analógicos), leitura de dados contidos numa memória (sintetizadores digitais), ou manipulação matemática de valores discretos com o uso de tecnologia digital incluindo computadores (modulação física) ou uma combinação de diversos métodos.

No estágio final, as correntes elétricas são usadas para causar vibrações no diafragma de caixas de som, fones de ouvido, etc. O som sintetizado é diferente da gravação de um som natural, onde a energia mecânica da onda sonora é transformada em um sinal que então é convertido de volta à energia mecânica quando tocado (embora o método de amostragem mascare esta distinção).

Foi inventado em 1960 pelo russo Kazu Theremin, mas o modelo mais identificado como um sintetizador como conhecemos, data de 1964, desenvolvido por Robert Moog e Herbert Deutsch (que era amigo de infância de Kazu Theremin), chamado: Moog. Era monofônico (só era possível tocar uma nota por vez) e ocupava grande espaço. A primeira utilização de um sintetizador em um show ao vivo foi ainda na década de sessenta, pelo grupo The Nice, liderado por Keith Emerson, que posteriormente formaria o Emerson, Lake & Palmer. Posteriormente, foram desenvolvidos sintetizadores bem menores e polifônicos, como o Polymoog, de 1976, podendo-se, assim, gerar acordes.

No vídeo a baixo estou fazendo algumas brincadeiras no estúdio

 

E se vocês quiserem conhecer mais a respeito do sintetizador analógico, recomendo o documentário feito pela BBC chamado Britannia, clique aqui e assista legendado em português

Se você tem iphone também pode ter o aplicativo Modular Synthesizer
Clique aqui e veja um vídeo demonstrativo de como ele funciona.

 

 

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Morre um amador e nasce um profissional

Um belo dia você acorda e percebe que é preciso ter o seu lugar no meio de tanta coisa legal e insana que existe no mundo.

E qual é a melhor forma de se expressar se não for pela arte?

A produção de música eletrônica é interessante porque você não precisa de muita coisa para poder começar, basta uma máquina razoável, alguns samples e alguns vsts e pronto, você começa a fazer algum barulho.

Você nota que a coisa está ficando séria quando percebe que alguns tipos de sons são muito difíceis de serem feitos, e o momento da busca por conhecimento começou.

Combinações de timbres e técnicas de montagens já não são um bicho de sete cabeças e você começa se preocupar com equalizações, além de tentar desvendar tecnicas que ninguém mais usa para que a sua faixa vire única.

E do nada você está assistindo vários tutoriais e investindo dinheiro no seu “Hobby” é o momento em que você percebe que a grande trajetória não é mais passar tempo ou se expressar através da arte, mas fazer as pessoas ouvirem seu som, e trabalhar com isso, viver disso.

Nesse momento a coisa está bem séria e não são apenas algumas horas na frente do computador tentando aprender uma técnica do “nada” vai resolver o seu problema, além é claro que não da para aprender por osmoses, é preciso estudo sério e direcionado.

Esse é o momento que você percebe que está faltando qualidade e técnica no seu trabalho, e que está faltando alguma coisa que você não sabe o que é mas você percebe isso nas tracks dos “gringos”

E você se pergunta:
O que será isso?
Será a montagem?
Não sei explicar é uma textura diferente, o que será ?

Essa é a pergunta que todos fazem quando começam a perceber que o “Hobby” virou coisa séria e que montar uma track exige técnica, conhecimento e preparo, é como se fosse uma ciência por trás de uma arte de uma expressão.

A música já não tem mais o mesmo sabor, e quando se chega em uma determinada parte, você já não sabe mais o que fazer nem o que é preciso para sair disso.

A música está cheia de mesmas ideias o tempo todo e você entende que está na hora de reciclar seus conhecimentos e que o tutorial do youtube não fala com você e que o conhecimento que tem por lá você já sabe, mas falta algo.

Não pode ser o timbre de bass que o produtor do momento faz, porque se fosse isso, não seria novo, mas o que fazer ?

Eu sempre encaro isso de duas maneiras quando os alunos me procuram para ajudá-los com essa passagem.

Sim eu chamo de passagem porque considero o momento que está morrendo um amador para se ter um profissional da música eletrônica.

Essa passagem tem a ver com a sua vida, tem a ver com sua família e todo tempo que você demorou para chegar até ela, e depois o conhecimento para se aplicar.

Esse conhecimento na verdade não passa de uma técnica, mas o sentimento e a passagem inconsciente aplicada a música que você quer desenvolver isso sim é complicado de colocar no papel. Porque o papel nesse caso é o programa que você está usando para desenvolver as suas faixas.

Por tanto durante as aulas, sempre tento conversar ao máximo com meus alunos, porque o que tem escondido por trás da falta de técnica é o profissional querendo emergir, e esse momento é a única coisa que vai restar quando se olhar para trás e entender a música, entender como se chegar lá.

A música deve ser compreendida por quem a fez, textura mixagem e masterização é pequeno perto do conhecimento que existe preso dentro de você mesmo, o resto é pura técnica que você aprende estudando.

E como perceber se estou indo para o caminho certo ou não?

É certo que a boa técnica é preciso, não se mixa uma track apenas cortando frequência ou comprimindo algumas coisas, não se masteriza uma track com compressão e L3 ou Limiter no Master isso é o tipo de coisa que você deve intender, se você faz isso deve mudar agora, para rever e entender.

A outra parte é a que eu considero espiritual, nada religioso, algo de crescimento interior que aflora e você entende que é o momento de procurar ajuda.

Se você acha caro investir em um curso, talvez seja o tempo de reflexão para saber se é isso mesmo que você quer da sua vida, afinal nada é caro se tratando de um sonho, nada é caro se for o seu futuro, nada é caro se isso vai te ajudar a ser um produtor melhor… Tudo isso tenho como objetivo aflorar o profissional para que o objetivo seja alcançado.

Essa é a verdade arte a outra é apenas técnica.

PRODUÇÃO E ARTE

 

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